PRIMAVERA DE AMOR
No raio do olhar enviado quebrou
Negritudes de até então anuviou
E baixei a guarda, e baixei por inteiro
Falhas, meus medos... Flori canteiro.
Na primavera de amor balançou
Em incontáveis vezes quedou
E tomei paixão, sou pássaro faceiro,
Na largura do abraço me fiz esteio.
Teu cantar escutei em sons maviosos
Envolvendo-me em arroubos graciosos.
A espalmar entre frestas e me eriçava.
E senti-me tua, e senti a paixão em mim!
E amei-te nua de despeito enfim
E hoje me sinto presa desse amor... Escrava.
Belém, 27/01/2011 – 16h35 - Obra: Entre Versos
ANGEL

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